VAMOS NOS CONHECER?

Blog de prosperandonline :Janaine Costa Artesa, VAMOS NOS CONHECER?

ola!me chamo janaine costa sou artesa e meu objetivo ao criar esse blog alem de fazer amigos è tambem divulgar meus trabalhos e produtos a pessoas que curtem artesanato em geral e produtos naturais.entao sendo assim espero que voces meus futuros amigos ou contatos gostem da minha pagina,comentem quando quiserem a deem tambem sua opiniao.nas paginas a frente começaremos a falar um pouco do conteudo que quero postar aqui!sejam bem vindos!

domingo 13 novembro 2011 03:02


APRENDENDO UM POUCO SOBRE A HISTORIA DOS PERFUMES!!

Blog de prosperandonline :Janaine Costa Artesa, APRENDENDO UM POUCO SOBRE A HISTORIA DOS PERFUMES!!

Uma derivação do latim “per fumus” a palavra “perfume” significa “através do fumo”, numa clara alusão à arte de confeccionar aromas irresistíveis, uma arte que existe há milhares de anos. Ao longo da sua história, o perfume já desempenhou vários papéis: uma substância sagrada, terapêutica, uma forma de embelezamento do corpo e uma arma de sedução.www.inspiracao.net/231920

Perfume primitivo

Depois do homem ter descoberto o fogo, depressa aprendeu que a queima de algumas madeiras, resinas e ervas, libertavam aromas agradáveis e tudo o que era agradável os povos primitivos utilizavam para agradar aos deuses. Esta prática foi adoptada pelos Egípcios que, através de rituais específicos, queimavam substâncias aromáticas diferentes a horas distintas do dia. O papel do perfume nos rituais religiosos foi dominante até ao século XVI a.C. A partir dessa altura, ou seja entre os anos 1580 e 1085 a.C., os perfumes eram utilizados de duas maneiras: ou queimados na forma de incenso ou aplicados no corpo através de bálsamos e óleos perfumados com intuitos médicos, mas também cosméticos, aos quais as mulheres egípcias começaram a recorrer com frequência, utilizando-os como armas de sedução. Diz-se que Cleópatra era perita nesta arte, mas também na arte de confeccionar os seus próprios perfumes. Aliás, os egípcios começaram a utilizar os seus vastos conhecimentos na área para criar os óleos necessários para embalsamar os seus mortos, prática que dominaram como mais ninguém. Da sua contribuição para a história do perfume ficaram ainda alguns dos primeiros frascos de perfume em vidro.

Um aroma que ficou

As fragrâncias perfumadas seguiram depois para todo o mundo. Na Índia, e depois de uma utilização inicial estritamente religiosa, tornaram-se num dos maiores prazeres das mulheres indianas, que passavam horas a fio submersas em banhos perfumados ou a untarem o corpo com óleos divinais. Nessa altura, uma mulher que não estivesse perfumada, era uma mulher que não estava bem! Na China e no Japão, os perfumes não eram directamente aplicados no corpo, mas eram utilizados para pulverizar os kimonos ou usados num saquinho ao pescoço.

A Grécia faz história

Seguiu-se uma paragem na Grécia, onde o perfume viveu um dos primeiros de três marcos muito importantes da sua história. Os gregos aperfeiçoaram a técnica dos egípcios, ao juntarem óleos perfumados com flores, às especiarias, bálsamos e gomas.Na realidade, introduziram a técnica de maceração, que implicava a imersão de substâncias orgânicas (neste caso utilizavam principalmente rosas, lírios e violetas) em óleos quentes. Na Grécia, os heróis falecidos em combate eram homenageados com a queima de perfumes e Hipócrates utilizou-os na prática medicinal, no entanto, estes aromas continuaram a ser fonte de muitos prazeres.

Roma perfumada

Centro de todos os luxos e excessos, não é difícil de imaginar o sucesso do perfume aquando da sua chegada ao Império Romano. Desde pulverizar as solas das suas sandálias e as cabeças dos convidados de qualquer banquete, às soleiras das portas e as bandeiras militares para trazer sorte, a vida romana era afogada em perfumes inebriantes! Reza a história que quando Cleópatra deixava Marco António, ordenava que as velas do seu navio fossem embebidas em perfume, para que o vento deixasse um rasto para o seu amante. Acima de tudo, os romanos destacaram-se pela forma como desenvolveram e melhoraram a arte de confeccionar perfumes, nomeadamente as técnicas de maceração e de enfleurage (saturação de uma gordura através de pétalas perfumadas). No entanto, as invasões bárbaras, a queda do Império Romano e os tempos que se seguiram, depressa fizeram esquecer o sumptuoso perfume.

Um perfume das Arábias

Especialistas em especiarias e pós odoríferos, é aos árabes que se deve o segundo marco mais importante da história do perfume: a invenção do método de destilação e dos instrumentos utilizados para o fazer – a serpentina e o alambique. O que torna esta descoberta tão especial? A experimentação e posterior uso do álcool como base de todo o perfume, tal como o conhecemos hoje! Mas os árabes não ficaram por aí, inventaram ainda a técnica da purificação de gomas e resinas, com recurso a água de chuva destilada. Os perfumes teriam voltado, e desta vez, para ficar!

Idade Média e Renascimento: a consagração

O gosto europeu pelo perfume é inegável durante a Idade Média e o Renascimento onde, para além de ser utilizado em inúmeros tratamentos terapêuticos e medicinais (sem esquecer a utilização de alecrim nas fumigações contra a peste!), o perfume ganha um novo estatuto ao ser aplicado em colarinhos perfumados, rosários e “almofadas” aromáticas, estas últimas para trazer ao pescoço ou em forma de pulseira. A famosa “água de Hungria” – talvez o primeiro perfume pessoal – concebido em 1370 à base de rosa, hortelã, erva-cidreira, limão, alecrim e flor de laranjeira, liderou o mercado da perfumaria durante vários séculos.

Séculos XVI a XVIII

Os italianos, espanhóis e franceses encarregaram-se de divulgar esta preciosidade fragrante à restante Europa, o que veio mesmo a calhar, sendo que, nos séculos XVI e XVII os perfumes fortes substituíram, literalmente, a higiene pessoal! Nesta altura, estar “limpo” não era tomar banho e lavar o cabelo, mas sim perfumar todo o corpo (cabelo e hálito incluídos!) com pós, pomadas, óleos e águas aromáticas. Uma loucura total que passou para outros gestos do quotidiano onde tudo era perfumado: desde cartas e almofadas, a perucas, leques e objectos religiosos!

Com o lançamento das luvas perfumadas em França, no século XVII, os franceses tomaram-lhe o gosto e a indústria da perfumaria estabeleceu-se rapidamente, sendo Paris o seu quartel-general. Os produtores de perfumes ficaram ainda conhecidos por criarem venenos disfarçados como perfumes, um dos quais matou uma duquesa francesa que morreu depois de calçar um par de luvas “perfumadas”, que permitiu a infiltração do veneno na sua pele. A corte de Louis XV foi até baptizada de “corte perfumada”, devida à quantidade de perfume que era pulverizado nas roupas, leques e mobília do palácio.

O século XVIII trouxe perfumes mais doces e suaves, lançou grandes nomes da perfumaria mundial (Fargeon, Lubin, Houbigant…), introduziu a primeira água-de-colónia e uma variedade de frascos que apelavam tanto quanto os perfumes que continham. Nem a Revolução Francesa travou o gosto pela perfumaria, tendo existido, inclusive, o "Parfum a la Guillotine." As preferências de Napoleão (que gastava 60 frascos de jasmim todos os meses!) também se fizeram saber e como apenas tolerava a água-de-colónia, os perfumes masculinos e os femininos passaram a ser diferenciados. A sua esposa, Josefina, preferia as fragrâncias intensas, à base de almíscar, tanto até que sessenta anos após a sua morte, ainda se sentia o perfume no seu boudoir.

Século XIX, século aromático

Com a viragem de um novo século, também o mundo da perfumaria assistiu a muitas novidades! Às casas de perfume francesas, juntaram-se as inglesas, entre muitas outras, e utilizar perfumes desta ou daquela casa tornou-se um símbolo de estatuto. A alquimia – que até agora privilegiava o uso de substâncias naturais, animas e vegetais através de técnicas de enflourage, destilação e espremedura – deu lugar à química dos produtos odoríferos de síntese, o que abriu os horizontes da perfumaria, introduzindo uma combinação de aromas possíveis quase infinita! Foi este o terceiro marco histórico do perfume…que não obstante continuou a apelar a todos os sentidos, até ao olhar, com a crescente importância dos frascos e da apresentação visual do perfume. Depois do lançamento do famoso Chanel No. 5 em 1921, designers e estilistas de todo o mundo aperceberam-se do sucesso inigualável desta indústria e lançaram-se na busca do perfume perfeito… e encontraram-no!

Séculos XX e XXI, perfume indispensável

Hoje, a indústria dos perfumes continua de vento em polpa, com mais de 30 mil fragrâncias conceituadas no mercado. Assinado por um estilista, actor ou estrela rock, o perfume tornou-se um acessório indispensável para homem e para mulher, está acessível a qualquer pessoa e é uma das prendas mais oferecidas no mundo. É claro que muito mudou em termos de técnicas de produção, matérias-primas utilizadas, formas de apresentação e divulgação, mas uma coisa mantém-se: a aura de mistério e romance em torno de cada novo perfume lançado..                                                                                           SEI QUE O TESTO E GRANDE E CANSATIVO,MAS COM CERTEZA AO LER VOCE AGORA SABERA MUITO MAIS SOBRE AS ORIGENS DAS NOSSAS TAI QUERIDAS FRAGANCIAS QUE FAZEM PARTE DO NOSSO DIA A DIA E PERSONALIDADE!!BEIJOS A TODOS!

domingo 29 janeiro 2012 22:21


TEM VISAO EMPRESARIAL,ENTAO VEJA ESSE VIDEO..

VEJA COMO ESSE RAMO ESTA MUDANDO A VIDA DE MILHARES DE PESSOAS E PODE MUDAR A SUA TAMBEM!DE HOJE O PRIMEIRO PASSO SO DEPENDE DE VOCE!!

terça 31 janeiro 2012 00:11


falando um pouco sobre cada tipo de pele e cuidados necessarios!

Blog de prosperandonline :Janaine Costa Artesa, falando um pouco sobre cada tipo de pele e cuidados necessarios!
  Você sabia que existem quatro tipos de pele? Descubra qual deles você tem.

 

Ponto de partida para uma maquiagem perfeita, quanto mais natural e uniforme a pele estiver, melhor. E para isso, na hora de escolher o tipo de cosmético certo, é essencial que você saiba qual o seu tipo de pele.

Então, identifique o seu e cuide-se melhor:

- Oleosa

Esse tipo de pele já acorda brilhando. Isso porque as glândulas sebáceas produzem muita oleosidade durante o sono. Então, além de poros dilatados e brilho constante, a pele pode ter cravos e espinhas.

Nesse caso, o ideal é que você escolha produtos livres de óleo, com texturas leves à base de água ou em creme com acabamento em pó.

- Normal

Essa pele é perfeitamente equilibrada: macia, uniforme e sem manchas. Ela não é oleosa e nem muito seca. Nesse caso, a pessoa pode usar todos os tipos de produtos: com textura líquida, cremosa, em mousse ou em creme com acabamento em pó.

- Mista

Uma das mais comuns do Brasil, esse tipo de pele é conhecido pela oleosidade na chamada zona T - testa, nariz e queixo - e ressecamento nas laterais do rosto. Os produtos indicados para deixar sua pele equilibrada são aqueles livres de óleo e com textura leve, como os líquidos, mousse ou à base de água.

- Seca

Mais comum a partir dos 40 anos, essa pele é opaca, tem menos elasticidade e pode ter linhas finas e rugas. Nesse caso, deve-se evitar os produtos com acabamento em pó. Prefira  as fórmulas líquidas ou mousse para realçar o brilho de sua pele.

domingo 05 fevereiro 2012 01:53


tenham um otimo dia meus amigos!!

Blog de prosperandonline :Janaine Costa Artesa, tenham um otimo dia meus amigos!!

voces sao muito especiais pra mim!!

domingo 05 fevereiro 2012 02:11


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